Confrades, Confreiras, chefes de cozinha,l eitores deste blog e portugueses em geral:
É com enorme agrado que vejo este blog lentamente a ganhar vida! pouca mas lá vai ganhando...
Cada vez temos mais membros... e que membros!
Gosto especialmente dos nomes escolhidos por Vossas Excelências que estão com uma originalidade magnânime e por isso digníssimos de constar nesta pasquim cibernético!
Mas nem tudo são rosas...
Aparentemente estamos a atravessar a crise dos dois meses...
E isto porquê? porque tivemos membros desta Ordem em número suficiente naquele que será quiçá um dos eventos mais importantes do século senão mesmo do ano :):
O festival gastronómico de Santarém!
ah pois ém :)!
contra mim falo que também lá estive e ainda não postei nada...
mas brevemente apresentarei um post com a minha opinião!
Conto que os ilustres membros deste buffet que por lá estiveram façam o mesmo!!!
Butelo prós meninos, posta mirandesa prás meninas,
Confrade Mor
sexta-feira, novembro 17, 2006
sexta-feira, novembro 10, 2006
Manga de Vinhos e Queijos!
Caros amigos Confrades e Confreiras da Manga Ordem do Repasto Farto e Enologia Saudável…
(Já agora adorei a parte do “Repasto Farto e Enologia Saudável” … É isso que distingue um verdadeiro M.O.R.F.E.S.! Estou finalmente a por o meu contributo a esta Ordem… No blogger mais “MOR” da Internet!)
Entretanto como não podia deixar de ser, neste primeiro post… queria também lançar uma actividade ao M.O.R.F.E.S. …
Fui presenteado com algumas garrafas de bom vinho tinto. (Quando digo bom, quero dizer aos valores que são necessários para adquirir essa bebida dos deus! Porque ainda nunca tal bebi para saber se são bons ou não?!) Garrafas adquiridas através de contactos em altos postos do “Winept” – Clube de Vinhos
Assim como necessito de ajuda para provar tão distintos vinhos dignos de verdadeiros M.O.R.F.E.S., quero aqui propor uma PROVA DE VINHOS…
Ou seja gostava que nos juntássemos todos (posso favorecer o espaço) para uma Manga de Vinhos e Queijos… e no meio da Manga organizo uma pequena prova de vinhos…
Que me dizem…
Tenho algumas ideias para tal prova… Vou decantar os vinhos e dar a beber aos ilustres Confrades Enólogos e no final depois da prova favoreço a ficha técnica de cada vinho (que também me foi facultada!)… Assim vamos verdadeiramente discutir o néctar e só no final será desvendado qual o nome do néctar favorito!
Gostava que se prenunciassem para saber o que acham da PROVA DE VINHOS…
Futuramente e conforme a aderência irei fornecer novos dados… (Datas, etc…)
NOTA: Se quiserem propor datas estou a disposição (os vinhos estão guardados) e gostava que tão ilustres Confrades com o The Chef e o Confrade Mor estivessem presentes… por isso vejam os vossos calendários… A ideia é ser num sábado ou sexta (tipo 10:30 já jantados e com disposição para a Manga de Vinhos e Queijos!
Copos de vinhos para todos...
(Já agora adorei a parte do “Repasto Farto e Enologia Saudável” … É isso que distingue um verdadeiro M.O.R.F.E.S.! Estou finalmente a por o meu contributo a esta Ordem… No blogger mais “MOR” da Internet!)
Entretanto como não podia deixar de ser, neste primeiro post… queria também lançar uma actividade ao M.O.R.F.E.S. …
Fui presenteado com algumas garrafas de bom vinho tinto. (Quando digo bom, quero dizer aos valores que são necessários para adquirir essa bebida dos deus! Porque ainda nunca tal bebi para saber se são bons ou não?!) Garrafas adquiridas através de contactos em altos postos do “Winept” – Clube de Vinhos
Assim como necessito de ajuda para provar tão distintos vinhos dignos de verdadeiros M.O.R.F.E.S., quero aqui propor uma PROVA DE VINHOS…
Ou seja gostava que nos juntássemos todos (posso favorecer o espaço) para uma Manga de Vinhos e Queijos… e no meio da Manga organizo uma pequena prova de vinhos…
Que me dizem…
Tenho algumas ideias para tal prova… Vou decantar os vinhos e dar a beber aos ilustres Confrades Enólogos e no final depois da prova favoreço a ficha técnica de cada vinho (que também me foi facultada!)… Assim vamos verdadeiramente discutir o néctar e só no final será desvendado qual o nome do néctar favorito!
Gostava que se prenunciassem para saber o que acham da PROVA DE VINHOS…
Futuramente e conforme a aderência irei fornecer novos dados… (Datas, etc…)
NOTA: Se quiserem propor datas estou a disposição (os vinhos estão guardados) e gostava que tão ilustres Confrades com o The Chef e o Confrade Mor estivessem presentes… por isso vejam os vossos calendários… A ideia é ser num sábado ou sexta (tipo 10:30 já jantados e com disposição para a Manga de Vinhos e Queijos!
Copos de vinhos para todos...
domingo, outubro 29, 2006
Tinto
Meus amigos, escrevam este nome: Qta. V. Meão Douro 2004
Este vinho ganhou um alto prémio da Wine Spectator, que é apenas e tão somente a melhor revista de vinhos de mundo, pelo menos é o que se diz por aí…
terça-feira, outubro 24, 2006
Fraquinho
Ora aqui estou eu, para o primeiro post após o dificil registo.
Vou dispensar o que sejam apresentações e vou passar ao primeiro comentário gastronómico.
Desde já chamar comentário gastronómico à opinião sobre o que comi é estar a dar importância a mais aquela refeição.
O local foi o "Visconde" no centro comercial alvaláxia no dia 22 do corrente mês, jantar e bola o que só por sí podia ser uma vantagem. A verdade é que nada podia estar mais longe da realidade a comida era fraquinha, o empregado não primava pela simpatia e é caro.
Quando se come bem há muito para dizer mas neste caso nem por isso, ah, a comida é fraquinha lá.
Portanto já sabem, se quiserem comer e não tiverem mais hipóteses nenhuma passem fome porque realmente a comida é fraquinha.
Um restaurante a não repetir.
Já mencionei que a comida é fraquinha? Acho que não, portanto, fiquem a saber que a comida é fraquinha.
Vou dispensar o que sejam apresentações e vou passar ao primeiro comentário gastronómico.
Desde já chamar comentário gastronómico à opinião sobre o que comi é estar a dar importância a mais aquela refeição.
O local foi o "Visconde" no centro comercial alvaláxia no dia 22 do corrente mês, jantar e bola o que só por sí podia ser uma vantagem. A verdade é que nada podia estar mais longe da realidade a comida era fraquinha, o empregado não primava pela simpatia e é caro.
Quando se come bem há muito para dizer mas neste caso nem por isso, ah, a comida é fraquinha lá.
Portanto já sabem, se quiserem comer e não tiverem mais hipóteses nenhuma passem fome porque realmente a comida é fraquinha.
Um restaurante a não repetir.
Já mencionei que a comida é fraquinha? Acho que não, portanto, fiquem a saber que a comida é fraquinha.
segunda-feira, outubro 23, 2006
1º-Jantar-MORFES-combinado-online
Que alarvidade de post...
Peço desculpa aos meus adorados ouvintes, mas Grumete sem discurso disperso não era Grumete.
Entretanto:
Data proposta - 3ª Feira, dia 31 de Outubro, véspera de feriado
Local - Casa do Campino, Santarém
Ocasião - O nosso mui amado Festival Nacional de Gastronomia
Particularidades - É um dia de semana, pelo que os jovens que costumam sair do seu ganha pão às 9 da noite deverão, ao invés, tentar entrar às 9 da manhã. Acaba dia 5 de Novembro, Domingo seguinte.
Pronunciem-se,
Peço desculpa aos meus adorados ouvintes, mas Grumete sem discurso disperso não era Grumete.
Entretanto:
Data proposta - 3ª Feira, dia 31 de Outubro, véspera de feriado
Local - Casa do Campino, Santarém
Ocasião - O nosso mui amado Festival Nacional de Gastronomia
Particularidades - É um dia de semana, pelo que os jovens que costumam sair do seu ganha pão às 9 da noite deverão, ao invés, tentar entrar às 9 da manhã. Acaba dia 5 de Novembro, Domingo seguinte.
Pronunciem-se,
E o dia ‘tava-me a correr tão bem… Foda-se
4 da tarde,
reunião anual dos “Paneleiros Na Desbunda”… gostei… não saiu um plano de actividades, mas saíram umas ideias bem boas e, claro, o facto de eu ser o novo Secretário da Assembleia (sim, queridos Confrades, sou um dirigente associativo e até já faço actas – com direito a rasurados e tudo).
Tive que me baldar ao tradicional pós-reunião porque tinha um Mega Jantar Old School:
- Jantar íntimo de despedida do N. - que conheço desde os 2 anos – e que vai viver p’ra Macau. Participantes:
B. – dd os 9;
M. – dd os 4;
R., mais um emigra que veio de Barça só p’ro jantar – dd os 9.
Jantamos no “Fogo de Chão”, rodízio ao pé da sede da Caixa. Bem bom, mas isso fica p’ra outra história.
Fomos Bairrar! Deixei o carro no restaurante e fomos todos com o N. (1).
Estacionámos no fundo na rua das Flores (1ª paralela à rua do Alecrim) e abriram-se as festividades de forma tradicional: Ginjinha seguida de Cena de Copos.
O Regresso ao Clandestino; ou o momento histórico da noite:
O N. amofinou-se com o Martins há uns anitos, de onde resultou, desde então, um jejum Clandestínico da sua parte e, quando com ele, da nossa. (2)(3)
Começámos a introduzir a ideia ainda durante o jantar:
- what if, na hora da despedida, fizéssemos a maior das proezas e conseguíssemos a supra sumidade do Old School… os 5 mais antigos todos de volta ao templo.
O N. foi estranhamente fácil de convencer. A noite foi muito boa… a foto há-de vir, assim que o R. a mandar.
Há mais de 5 anos que não ia ao Clandas com aqueles animais… não prevejo reedição nos próximos 5. Corolário:
Há noites tão tradicionais que se tornam raridades.
4:30,
vamos embora… casa, Jamaica, casa, Jamaica… Jamaica… muita gente à porta, chuva e o B. a falar ao telefone há demasiado tempo. Nem sei bem porquê, mas fomos embora… acho que íamos à Cachupa… n sei.
5:00,
chegada ao carro, assaltado.
2 Casacos a menos, um vazio e o outro, o meu, com chaves de carro e casa, e todos os documentos de que se possam lembrar.
7:00,
saída da esquadra
Caminho p’ra casa - shotgun de solidariedade p’ra mim – entre largadas e partidas lembrei-me: “o bilhete de Muse!!?... Foda-se”
Grumete
P.S. Confrade, Môr, não me esqueci de referir que vieste ter connosco ao Cena de Copos e connosco ficaste a partir de então… não o fiz para não me alongar, visto isso implicar ter de falar também da minha passagem pelo Jurgens onde parava a malta da minha reunião vespertina.
(1)
O N. é o nosso designated driver de sempre, visto ser o 1º encartado e o único limpo de impurezas sanguíneas.
(2)
Para quem não sabe, o Clandestino é o melhor bar do Mundo, cheio de Sangria, boa música e personalidade – esta última, frequentemente, em quantidades exageradas.
(3)
O N. afirmou, na altura: “Só lá volto quando o Martins me pedir desculpa”.
Muito difícil de acontecer em condições normais, e impossível se tivermos em conta que o N. não punha lá os pés. Ou se encontravam no barbeiro ou ia ser muito complicado.
reunião anual dos “Paneleiros Na Desbunda”… gostei… não saiu um plano de actividades, mas saíram umas ideias bem boas e, claro, o facto de eu ser o novo Secretário da Assembleia (sim, queridos Confrades, sou um dirigente associativo e até já faço actas – com direito a rasurados e tudo).
Tive que me baldar ao tradicional pós-reunião porque tinha um Mega Jantar Old School:
- Jantar íntimo de despedida do N. - que conheço desde os 2 anos – e que vai viver p’ra Macau. Participantes:
B. – dd os 9;
M. – dd os 4;
R., mais um emigra que veio de Barça só p’ro jantar – dd os 9.
Jantamos no “Fogo de Chão”, rodízio ao pé da sede da Caixa. Bem bom, mas isso fica p’ra outra história.
Fomos Bairrar! Deixei o carro no restaurante e fomos todos com o N. (1).
Estacionámos no fundo na rua das Flores (1ª paralela à rua do Alecrim) e abriram-se as festividades de forma tradicional: Ginjinha seguida de Cena de Copos.
O Regresso ao Clandestino; ou o momento histórico da noite:
O N. amofinou-se com o Martins há uns anitos, de onde resultou, desde então, um jejum Clandestínico da sua parte e, quando com ele, da nossa. (2)(3)
Começámos a introduzir a ideia ainda durante o jantar:
- what if, na hora da despedida, fizéssemos a maior das proezas e conseguíssemos a supra sumidade do Old School… os 5 mais antigos todos de volta ao templo.
O N. foi estranhamente fácil de convencer. A noite foi muito boa… a foto há-de vir, assim que o R. a mandar.
Há mais de 5 anos que não ia ao Clandas com aqueles animais… não prevejo reedição nos próximos 5. Corolário:
Há noites tão tradicionais que se tornam raridades.
4:30,
vamos embora… casa, Jamaica, casa, Jamaica… Jamaica… muita gente à porta, chuva e o B. a falar ao telefone há demasiado tempo. Nem sei bem porquê, mas fomos embora… acho que íamos à Cachupa… n sei.
5:00,
chegada ao carro, assaltado.
2 Casacos a menos, um vazio e o outro, o meu, com chaves de carro e casa, e todos os documentos de que se possam lembrar.
7:00,
saída da esquadra
Caminho p’ra casa - shotgun de solidariedade p’ra mim – entre largadas e partidas lembrei-me: “o bilhete de Muse!!?... Foda-se”
Grumete
P.S. Confrade, Môr, não me esqueci de referir que vieste ter connosco ao Cena de Copos e connosco ficaste a partir de então… não o fiz para não me alongar, visto isso implicar ter de falar também da minha passagem pelo Jurgens onde parava a malta da minha reunião vespertina.
(1)
O N. é o nosso designated driver de sempre, visto ser o 1º encartado e o único limpo de impurezas sanguíneas.
(2)
Para quem não sabe, o Clandestino é o melhor bar do Mundo, cheio de Sangria, boa música e personalidade – esta última, frequentemente, em quantidades exageradas.
(3)
O N. afirmou, na altura: “Só lá volto quando o Martins me pedir desculpa”.
Muito difícil de acontecer em condições normais, e impossível se tivermos em conta que o N. não punha lá os pés. Ou se encontravam no barbeiro ou ia ser muito complicado.
Força aí, ó grumete...
Este fim de semana, a deusa vendada não andou a passear com o nosso amigo Grumete...
Em resultado andam por aí uns tipos com roupa que não é a sua... e não só...
Serve este post para dar ao nosso inexcedivel Grumete toda a solideriedade e apoio necessário nesta fase difícil da sua burocrática vida!
Batido de atum pra toda a gente,
Confrade Mor
Em resultado andam por aí uns tipos com roupa que não é a sua... e não só...
Serve este post para dar ao nosso inexcedivel Grumete toda a solideriedade e apoio necessário nesta fase difícil da sua burocrática vida!
Batido de atum pra toda a gente,
Confrade Mor
quarta-feira, outubro 18, 2006
O teste que faltava...
Confrades e confreiras!
Isto não tem directamente a ver comos propósitos deste blog, mas num qualquer evento futuro que organizarmos poderá ser importante possuir esta informação...
Façam este teste e descubram o vosso verdadeiro eu!... ou não...
Isto não tem directamente a ver comos propósitos deste blog, mas num qualquer evento futuro que organizarmos poderá ser importante possuir esta informação...
Façam este teste e descubram o vosso verdadeiro eu!... ou não...
Bem... parece que eu sou fofinho...
![]() |
Ou então não...
Saudações apetitosas,
Confrade Mor
Confrade Mor
quarta-feira, outubro 04, 2006
Guida Miscelânea I - Aditamento
Carissímos (sim porque quem lê esta pérola da escrita não é barato de certeza...)
Possuindo eu ligações estreitas à terra Mãe de Ghandi e tendo sido finamente educado nos meandros da culinária indiana (com principal incidência na cozinha goesa), sinto-me com a confiança necessária para corroborar na generalidade a opinião sobre o jantar no Tamarind emitida pelo nosso estimado Grumete. Corrijo-o apenas na designação dos pratos degustados: o que eu comemos foi "qq coisa Josh" e não "Josh qq coisa" (sendo "qq coisa"="Ragoon"), e "qq coisa Keema" (ou qto muito "shalya qq coisa").
Esclarecimentos feitos, passemos à critica!
Tb gostei.
Tudo o que comemos estava bom, quer em quantidade, aspecto e sabor. No entanto, na opinião de quem tem alguma água do Ganges a correr pelas veias (n.d.r: talvez esta seja um referência infeliz...), aquilo que degustámos trata-se de um cruzamento de nouvelle cuisine com ingredientes e especiarias das Indias e não propriamente de "excepcional cozinha indiana" (mas cada um sabe de si e brhama sabe de todos...)
Sobre as entradas, dada a fraca relação preço/quantidade, desaconselho qq uma das referidas pelo prezado Grumete nas posta anterior. Os papparis e molhos vários penso que são suficientes como entrada.
O ambiente e o serviço são, tal como o comprova a forma como está redigida a ementa, bastante simpático, familiar.
Na minha humilde condição de confrade desta confraria, posso dizer que, apesar de não ter sido excepcional, foi uma agradável refeição.
Aqui fica a minha apreciação quantitativa:
@ Cozinha @ Atendimento @ Ambiente @ Carteira
-----------6------------------7-------------------6----------------4
Apetitosas Saudações,
Confrade Mor
P.S. 1
Caro Grumete:
Parece-me uma óptima ideia esta rubrica por ti criada! Penso que se trata de um serviço público que prestamos com a maior das dedicações aos leitores deste sítio da imensa blogosfera nacional (quiçá internacional). É certamente para continuar!
P.S. 2
A referência que relaciona a água do Ganges e as minhas veias foi de facto infeliz...
Possuindo eu ligações estreitas à terra Mãe de Ghandi e tendo sido finamente educado nos meandros da culinária indiana (com principal incidência na cozinha goesa), sinto-me com a confiança necessária para corroborar na generalidade a opinião sobre o jantar no Tamarind emitida pelo nosso estimado Grumete. Corrijo-o apenas na designação dos pratos degustados: o que eu comemos foi "qq coisa Josh" e não "Josh qq coisa" (sendo "qq coisa"="Ragoon"), e "qq coisa Keema" (ou qto muito "shalya qq coisa").
Esclarecimentos feitos, passemos à critica!
Tb gostei.
Tudo o que comemos estava bom, quer em quantidade, aspecto e sabor. No entanto, na opinião de quem tem alguma água do Ganges a correr pelas veias (n.d.r: talvez esta seja um referência infeliz...), aquilo que degustámos trata-se de um cruzamento de nouvelle cuisine com ingredientes e especiarias das Indias e não propriamente de "excepcional cozinha indiana" (mas cada um sabe de si e brhama sabe de todos...)
Sobre as entradas, dada a fraca relação preço/quantidade, desaconselho qq uma das referidas pelo prezado Grumete nas posta anterior. Os papparis e molhos vários penso que são suficientes como entrada.
O ambiente e o serviço são, tal como o comprova a forma como está redigida a ementa, bastante simpático, familiar.
Na minha humilde condição de confrade desta confraria, posso dizer que, apesar de não ter sido excepcional, foi uma agradável refeição.
Aqui fica a minha apreciação quantitativa:
@ Cozinha @ Atendimento @ Ambiente @ Carteira
-----------6------------------7-------------------6----------------4
Apetitosas Saudações,
Confrade Mor
P.S. 1
Caro Grumete:
Parece-me uma óptima ideia esta rubrica por ti criada! Penso que se trata de um serviço público que prestamos com a maior das dedicações aos leitores deste sítio da imensa blogosfera nacional (quiçá internacional). É certamente para continuar!
P.S. 2
A referência que relaciona a água do Ganges e as minhas veias foi de facto infeliz...
terça-feira, outubro 03, 2006
Guida Miscelânia I
Eu, o Confrade Mor e o X. fomos, no passado Sábado, dia 30 do mês de Setembro do 2006º ano do Senhor, jantar fora.
Serve o presente para iniciar uma rubrica dedicada à crítica (positiva ou negativa, construtiva ou destrutiva, qualitativa ou quantitativa - ou mesmo ambas, em casos extremos) dos locais que nos aprouver criticar.
Chama-se "Tamarind", é Indiano, assumidamente convencido e mora na Rua da Glória 43 (perpendicular ao elevador da Glória - a 1ª a contar da Av. da Liberdade).
É uma sala pequena, com ambiente não muito acolhedor mas confortável, serviço atencioso, prestável e familiar (eles são uns imigras Luso-indo-americanos que, segundo eles, fazem cozinha indiana excepcional).
Gostei.
Não foi excepcional em nada, mas foi bom. Recomendo a entrada que envolve peixe frito - muito bom - e desaconselho a entrada vegetariana - apetitosa, mas é pouquíssimo e não vale o pilim em questão.
Comemos os dois borrego (o X. já tinha jantado em casa). Um "Josh qq coisa" e outro "qq coisa Shaliya", ambos com boas quantidades e apresentação.
Os pratos eram bem bons e cheirou-me que o resto do menu pautava pela mesma batuta.
Sobremesa não houve porque o Nan encarregou-se de me deixar sem espaço.
Pagámos bem. Diria que a refeição fica entre os 20 e os 30, dependendo de entradas, sobremesas e bebidas.
Conclusão:
(ou "-Sai uma pérola do Grumete para a mesa do fundo:")
Foi um belo jantar, pela comida, pela ginginha do Eduardino e, fundamentalmente, pelos amigos.
O ambiente, e até a própria refeição, foram, pela cultura transpirante dos donos, ocidentalizados e, pessoalmente, assumo que prefiro a outra versão, mesmo que cuidadosamente fabricada.
Em suma, há um universo bem composto de restaurantes Indianos em Lisboa. Este é bom, mas não me pareceu excepcional, há-os melhores e, simultaneamente, mais baratos.
--------------@ Cozinha @ Atendimento @ Ambiente @ Carteira
Grupérola---------7--------------8----------------6-------------4
quantitativa
Sei bem que não é este o objectivo do MORFES, mas pronto, fica a 1ª critica feita... n sei se lhe vou dar seguimento mas gostei de abrir o precedente.
Confrade, 'môr, faz favor de comentar esta bela posta de borrego para os meninos ficarem a saber a tua opinião de grand connoisseur (para ser lido em Magrebino) sobre este e gozarem das tuas eventuais sugestões.
Saborosamente,
Grumete
n.d.r.
Pese embora o facto de não acreditar em Zeros, e de notas Dez só dar mesmo à Nádia Comaneci, ao Valdo e à Halle Berry, a Grupérola quantitativa é uma classificação de 0 a 10.
Serve o presente para iniciar uma rubrica dedicada à crítica (positiva ou negativa, construtiva ou destrutiva, qualitativa ou quantitativa - ou mesmo ambas, em casos extremos) dos locais que nos aprouver criticar.
Chama-se "Tamarind", é Indiano, assumidamente convencido e mora na Rua da Glória 43 (perpendicular ao elevador da Glória - a 1ª a contar da Av. da Liberdade).
É uma sala pequena, com ambiente não muito acolhedor mas confortável, serviço atencioso, prestável e familiar (eles são uns imigras Luso-indo-americanos que, segundo eles, fazem cozinha indiana excepcional).
Gostei.
Não foi excepcional em nada, mas foi bom. Recomendo a entrada que envolve peixe frito - muito bom - e desaconselho a entrada vegetariana - apetitosa, mas é pouquíssimo e não vale o pilim em questão.
Comemos os dois borrego (o X. já tinha jantado em casa). Um "Josh qq coisa" e outro "qq coisa Shaliya", ambos com boas quantidades e apresentação.
Os pratos eram bem bons e cheirou-me que o resto do menu pautava pela mesma batuta.
Sobremesa não houve porque o Nan encarregou-se de me deixar sem espaço.
Pagámos bem. Diria que a refeição fica entre os 20 e os 30, dependendo de entradas, sobremesas e bebidas.
Conclusão:
(ou "-Sai uma pérola do Grumete para a mesa do fundo:")
Foi um belo jantar, pela comida, pela ginginha do Eduardino e, fundamentalmente, pelos amigos.
O ambiente, e até a própria refeição, foram, pela cultura transpirante dos donos, ocidentalizados e, pessoalmente, assumo que prefiro a outra versão, mesmo que cuidadosamente fabricada.
Em suma, há um universo bem composto de restaurantes Indianos em Lisboa. Este é bom, mas não me pareceu excepcional, há-os melhores e, simultaneamente, mais baratos.
--------------@ Cozinha @ Atendimento @ Ambiente @ Carteira
Grupérola---------7--------------8----------------6-------------4
quantitativa
Sei bem que não é este o objectivo do MORFES, mas pronto, fica a 1ª critica feita... n sei se lhe vou dar seguimento mas gostei de abrir o precedente.
Confrade, 'môr, faz favor de comentar esta bela posta de borrego para os meninos ficarem a saber a tua opinião de grand connoisseur (para ser lido em Magrebino) sobre este e gozarem das tuas eventuais sugestões.
Saborosamente,
Grumete
n.d.r.
Pese embora o facto de não acreditar em Zeros, e de notas Dez só dar mesmo à Nádia Comaneci, ao Valdo e à Halle Berry, a Grupérola quantitativa é uma classificação de 0 a 10.
segunda-feira, setembro 18, 2006
A minha 1ª Posta
Obrigado Confrade Mor,
por me dar a oportunidade de postar pela 1ª vez no ciberespaço.
O nosso MORFES nasceu!!! Atrasado, é certo, mas não seria nosso se assim não fosse ;p.
Assim tenho uma questão a colocar aos presentes:
Quando é que vamos ao Marquês?
(e neste preciso momento aparecia, por aqui, uma imagem do Marquês de Marialva, puxada directamente da internet! Infelizmente a minha inexperiência nestas lides impediu-me de ser bem sucedido neste intento... fica para outras guerras)
E assim me fico,
Grumete
sexta-feira, setembro 15, 2006
Let the games begin!
Já está...
Agora já podemos (voltar) a organizar jantaradas daquelas...
P.S. - Alguém vai ter de dar um jeitinho ao layout disto...
Agora já podemos (voltar) a organizar jantaradas daquelas...
P.S. - Alguém vai ter de dar um jeitinho ao layout disto...
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